 |
|
|
como se diz em esperanto?
Música francesa, latina, brasileira, tudo com sotaque internacional. Mistura também das mais inusitadas com Beatles e Beastie Boys no mesmo prato. O que este blog não faz para tentar surpreender a cada semana...

Em 1979, Serge Gainsbourg se mandou para as Bahamas e gravou, com a ajuda de um time formado por craques como Sly & Robbie e o apoio luxuoso das I-Threes (Rita Marley, Marcia Griffiths and Judy Mowatt, que faziam os backings vocals para Bob Marley) este “Armes Et Caetera”. A incursão inusitada no ritmo malemolente feita pelo bardo francês rendeu bons momentos como “Javanaise Remake” e “Lola Rastaquouere”. O melhor é que a reedição em CD incluiu versões dub de todas as faixas, uma garantia de que a obra de Gainsbourg sobrevive a todo o tipo de releitura. E a todo tipo de cigarro também.
Escrito por goethe às 02h52
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|

Los Super Seven podem ser considerados uma resposta chicana ao projeto cubano Buena Vista Social Clube. Formado por representantes de bandas como Los Lobos (Ruben Ramos e David Hidalgo) e The Mavericks (Raul Malo), além dos cantores César Rosas e Rick Trevino, com a participação especial do brasileiro Caetano Veloso e da peruana Susana Baça, o grupo lançou dois discos, sendo que este, “Canto”, de 2002, mostra toda a qualidade de um arranjador como o pianista Alberto Salas. Com uma grande equipe na mão, ele distribui as canções de acordo com a capacidade interpretativa de cada integrante. A macia de Raul Malo cai como uma luva na abertura do disco, na releitura de “Siboney”. Entre composições próprias e clássicos latinos, os sete magníficos se revezam na frente do microfone. Caetano participa com regravações de “Baby” e “Qualquer Coisa”. Já é alguma coisa...
Escrito por goethe às 02h50
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|

Exemplo de artista engajada, a peruana Susana Baca passou a ficar mais conhecida no cenário internacional depois que uma música que interpretava “Susana Lando”, integrou uma coletânea da gravadora do ex-Talking Heads, David Byrne. Isso foi em 1995. De lá para cá, seu trabalho como artista vem ganhando espaço através de álbuns como “Espíritu Vivo”, lançado em 2003. A mistura da tradição religiosa com percussão rende bons momentos, inclusive na versão de “13 de Maio”, composta por Caetano Veloso. Susana Baca mostra, ainda, neste disco, uma releitura de uma música de Bjork, “Anchor Song”. Sorvete islandês sabor de Lima.
Escrito por goethe às 02h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|

A nova geração da bossa nova responde pelo nome de Celso Fonseca. Um dos artistas mais celebrados no exterior, ele ainda batalha para ter o seu nome reconhecido no cenário nacional. Tanto que seus discos saem primeiro no circuito EUA/Europa/Japão antes de serem disponibilizados no Brasil. Bons trabalhos não faltam, como este “Juventude/Slow Motion Bossa Nova”, com 14 faixas compostas em parceria com Ronaldo Bastos. O trabalho, de 2001, prima pela qualidade, principalmente nos arranjos que trazem de volta a suavidade esquecida nestes dias atribulados. Celso Fonseca já emplacou um grande hit, “Sorte”, cantado por Gal Costa e Caetano Veloso. Merece mais.
Escrito por goethe às 02h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|

Mash-up, bootlegs e remixes são coisa para poucos DJs. Entre muitas bobagens, às vezes surgem pérolas como este trabalho do inglês BC, que misturou Beatles com os Beastie Boys, surgindo então um grupo chamado The Beastles. Um trabalho feito para demonstrar as habilidades do norte-americano, mas que pode ser considerado um clássico do gênero. Não se pode negar que músicas como “Sure-Bla-Di Shot-Bla-Da”e “I Feel Fine Right Now” cumprem bem seu papel. Pura diversão, mas é disto que precisamos.
Escrito por goethe às 02h45
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |